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Blog de Joaquim Teodoro Romão de Oliveira
 




Escrito por Joaquim Oliveira às 09h45
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Escrito por Joaquim Oliveira às 09h52
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GeoNE 2017: Inscrições diferenciadas para estudantes de graduação

Publicado por https://www.abms.com.br/geone-2017-inscricoes-diferenciadas-para-estudantes-de-graduacao/

5oGEONE_internaA 5ª edição do Simpósio de Geotecnia do Nordeste (GeoNE 2017), que será realizada em Maceió (AL) nos dias 16 e 17 de novembro, já está com as inscrições abertas!

O evento, organizado pelo Núcleo Nordeste da ABMS, terá como principais temas: Investigação Geotécnica; Geotecnia Ambiental; Obras de Terra; Taludes, Contenção e Gestão de Riscos; Fundações e Pavimentação.

Para discutir sobre esses temas, estarão presentes renomados palestrantes em âmbito nacional e internacional que irão apresentar novas tecnologias, casos de obra e soluções inovadoras na área geotécnica.

Inscrições

O primeiro período de inscrições, com valores diferenciados, termina no dia 30 de abril. Neste primeiro período, estudantes de graduação associados à ABMS pagam somente R$60 para participar do Simpósio.
Para estudantes de pós-graduação e profissionais associados à ABMS, os valores são de R$ 80,00 e R$ 150,00, respectivamente.

Ao público não associado à entidade, no entanto, os valores são diferentes. Acesse o site do evento para conferir todos os detalhes no link: www.geone.com.br



Escrito por Joaquim Oliveira às 10h03
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Escrito por Joaquim Oliveira às 09h13
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Assine grátis a e-ABMS: o mundo da geotecnia em um clique

Publicado por https://www.abms.com.br/assine-gratis-a-e-abms-o-mundo-da-geotecnia-em-um-clique/

laptopemailinternaO mundo da geotecnia está presente nas edições da revista eletrônica e-ABMS. E você não paga nada para ter acesso às informações mais atualizadas sobre questões técnicas, mercadológicas e associativas. Editada pela Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica, entidade que há mais de 60 anos reúne a comunidade geotécnica brasileira, a revista traz os debates, palestras, premiações e os grandes congressos realizados pela entidade por todo o país, através de seus Núcleos Regionais e Comitês.

A e-ABMS é gratuita e enviada mensalmente por e-mail. Para receber a e-ABMS e ficar por dentro das novidades e acontecimentos envolvendo a prática da geotecnia no país, basta cadastrar o seu nome e e-mail neste link.

Confira a última edição da e-ABMS clicando aqui.

 



Escrito por Joaquim Oliveira às 10h57
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Estão abertas as Inscrições de resumos para a Cobrae 2017


cobrae2017internaA VII Conferência Brasileira de Estabilidade de Encostas – Cobrae 2017 – acontece entre os dias 2 e 4 de novembro em Florianópolis, SC. A inscrição de resumos está aberta e vai até o dia 15 de março.

A Cobrae 2017 vai abordar assuntos acadêmicos e ligados à prática da geotecnia, passando por caracterização de movimentos de massa, diagnóstico, investigação de campo de laboratório, projeto, casos de obra e instrumentação e monitoramento de encostas.

O evento vai discutir ainda os avanços que ocorreram após o maior desastre natural que atingiu o estado de Santa Catarina, em novembro de 2008. Foram centenas de escorregamentos que resultaram em 135 mortes e prejuízos inestimáveis à população e à infraestrutura local.

Acesse http://www.cobrae2017.com.br/index.php e conheça todos os detalhes.



Escrito por Joaquim Oliveira às 10h48
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Escrito por Joaquim Oliveira às 16h16
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Carta de Princípios da UNICAP

Publicado por http://www.unicap.br/home/nossa_missao/carta-de-principios/

INTRODUÇÃO

A Universidade Católica busca, continuamente, aperfeiçoar-se para, assim, cumprir sempre melhor a tarefa que lhe compete como Instituição Cristã. Para isso, envolve todos os que participam da sua missão. É com este intuito que, a cada ano, no início do período letivo, reúne os seus professores para debater assuntos relativos ao conhecimento, à missão católica da Instituição e ao papel social da Universidade. Dessas reuniões, nasceu o documento que sintetiza os objetivos a que se propõe a Unicap. É o que se denomina a nossa Carta de Princípios, cujo texto transcrevemos a seguir, para conhecimento de todos os que, diretamente, se envolvem com este Estabelecimento Católico Jesuíta de Ensino Superior.

A) UMA UNIVERSIDADE INSPIRADA NA VISÃO CRISTÃ DO MUNDO E DO SER HUMANO.

Nossa visão do universo e da pessoa humana é a que encontra inspiração no ensinamento da Bíblia: Deus se manifesta na sua criação, e o ser humano, homem e mulher, feito à sua imagem e semelhança, dotado de razão e de liberdade, é também criador. Sua capacidade de criar mostra-se na profusão de universos simbólicos – artísticos, científicos, tecnológicos – que produz. Conhecendo as leis da natureza e do dinamismo da vida, cria um mundo propriamente humano, através do trabalho, onde tece as relações de suas sociedades e se realiza como ser histórico.

Nossa particularidade é proclamar que Cristo é o Senhor, sentido do ser humano e do universo; expressar nossa fé em Cristo no contexto da tradição da Igreja Católica e do seu Magistério.

Sendo católica, é, ao mesmo tempo, ecumênica e pluralista: abriga professores, administradores e alunos que encontram, no seu interior, espaço para livre expressão de suas crenças, reciprocamente respeitadas.

O que distingue nossa Universidade das outras é a sua essência inspirada na sua visão cristã do mundo e do ser humano. Em quase tudo mais, coincide com uma concepção humanista da Universidade, colocando a pessoa humana acima de qualquer técnica ou mecanismo social que afasta do sentido ético de toda ação produzida pelos seres humanos em sociedade. Todos os homens e mulheres de boa vontade podem e devem contribuir para a construção de um mundo onde reinem a verdade e a justiça.

B) UMA UNIVERSIDADE NA TRADIÇÃO DA COMPANHIA DE JESUS

A Unicap tem sua origem no ideal pedagógico da Companhia de Jesus, marcado por um profundo humanismo. Esse humanismo acolhe, sem discriminação, toda a diversidade de culturas, de raças, de classe e de gênero, e reclama igual reconhecimento e direito para todas as pessoas humanas. Atualmente, a tradição humanista ainda se amplia mais pelo melhor conhecimento da diversidade cultural dos povos, e pelo reconhecimento dos direitos das minorias, e também abrange a dimensão ecológica, a integração do homem e da natureza, corrigindo o antropocentrismo antigo. O humanismo assim ampliado tem grande atualidade como antídoto ao positivismo, à tecnocracia e aos totalitarismos que desconhecem a dignidade da pessoa humana e seus direitos invioláveis.

A Companhia de Jesus se definiu como atitude de ‘estar a serviço’, de pôr seus conhecimentos e capacidades à disposição dos outros; assim, suas Universidades não podem ser fins em si mesmas, mas se destinam a formar pessoas que exerçam uma atividade construtiva a serviço de sua sociedade e de sua região. Hoje em dia, esse ideal se formula como ‘serviço de fé e promoção da justiça” e requer que a Universidade seja um lugar de diálogo cultural, multilateral e polissêmico, aberto a toda manifestação humana, ressaltando a diferença como elemento que enriquece e integra a humanidade na totalidade das consciências, que é a comunidade. Por conseguinte, compreende que a promoção da justiça se faz, numa Universidade, pelo estudo dos princípios éticos da vida social; pela crítica das distorções existentes e busca de soluções alternativas; pelas ações de solidariedade aos oprimidos e de promoção das classes desfavorecidas. Essa é uma forma de ‘opção pelos pobres’ que se efetua no próprio trabalho universitário.

C) UMA UNIVERSIDADE NORDESTINA

A Unicap não está somente situada no Nordeste: está voltada para ele: – para sua problemática socioeconômica caracterizada por tantas distorções; – para sua riqueza, cultura e valores éticos de sua população.

A região Nordeste vem mudando, apesar de tudo: da falta de uma política para completar sua integração à economia nacional para resolver seus graves problemas sociais.

Destarte, o importante é assinalar que o problema do Nordeste não é regional, mas um problema nacional, cuja solução passa pela compreensão de que o seu subdesenvolvimento crônico é conseqüência da maneira de sua inserção no Brasil e no mundo.

A Unicap,  para ser nordestina, deve preocupar-se com o Nordeste no Brasil, deve buscar entender o mundo, aproximar-se dele e dele receber os impulsos necessários ao desempenho de sua missão.

Nossa vocação, assumida com alegria e responsabilidade, é uma característica peculiar, que nossa Universidade quer levar ao diálogo com outras Universidades e nações, como sua contribuição no intercâmbio enriquecido de tradições.

D) UMA UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA

A inserção no Nordeste confere à Universidade uma responsabilidade que se articula com o seu caráter comunitário, constituindo-se em fórum privilegiado em que os diversos segmentos sociais possam dialogar e encontrar soluções para melhoria da qualidade de vida nesta Região.

Isso requer uma tomada de consciência dos problemas sociais, políticos e econômicos da Região Nordeste e uma abordagem interdisciplinar, tendo em vista a solução desses problemas.

Vale salientar que: O “Comunitário” implica integração com o outro, com algo diverso e mesmo heterogêneo, para formar uma unidade de ordem superior. A condição para isso é uma abertura: que a instituição não se feche nem se reduza a seus interesses objetivos particulares, mas se abra para o outro; que aceite a diversidade e a acolha, não como uma ameaça à sua identidade, e sim como oportunidade de crescimento e de plena realização. Para dentro da Universidade, isso implica solidariedade e convivência fraterna entre professores, alunos e administradores, que não estão relacionados de forma puramente funcional, mas unidos por laços interpessoais de amizade e de estima.

A dimensão comunitária abrange também o intercâmbio com outras Universidades nacionais e estrangeiras, a preocupação com os problemas de integração regional, o diálogo com as diversas culturas e a contribuição para a amizade entre os povos e a paz entre as nações.

E vai mais além, contribuindo para a integração do homem com o meio ambiente, pelo estudo dos problemas ambientais e formação de uma consciência ecológica. A Universidade é também espaço para a vivência da democracia que não pressupõe o consenso permanente, mas fundamentalmente garante a expressão da diversidade na pluralidade; garante a participação nas decisões, estimula as consultas e o diálogo e deixa transparente a administração. Onde, enfim, ninguém é mero instrumento ou objeto da política da instituição, mas todos são sujeitos livres e responsáveis num processo de educação libertadora.

E) UMA UNIVERSIDADE QUE ASPIRA À MELHOR QUALIDADE

A Unicap tem o objetivo de ser uma Universidade de qualidade, – não só por exigência da ética cristã e da tradição da Companhia de Jesus, mas por entender que não pode existir Universidade autêntica sem essa busca constante da qualidade. Isso requer um esforço continuado nas pesquisas para produção de novos conhecimentos; um ensino ministrado segundo as melhores técnicas e os currículos atualizados de acordo com os avanços científicos e as necessidades do tempo e da região; criatividade e empenho para difundir o conhecimento e a ação em um âmbito maior do que a própria Universidade. Em especial, a qualidade dos profissionais que a Universidade forma não deve ter apenas competência técnica, mas também, e, sobretudo, um alto nível ético na profissão e no exercício da cidadania.

A qualidade terá como indicadores básicos a vinculação teoria – realidade social e a formação da pessoa humana como ser reflexivo, crítico e com responsabilidade social.

Nessa perspectiva, a formação de profissionais competentes para atuar como agentes de transformação da sociedade servirá de norte no desenvolvimento das funções de Ensino, Pesquisa e Extensão, tratados de forma indissociável.

Nossa concepção de ensino, pesquisa e extensão parte da realidade, variada e complexa; busca uma fundamentação teórica e instrumentos de análise para entendê-la; processos e técnicas para intervir na realidade a fim de transformá-la. Por isso, nossos currículos serão, a cada passo, ajustados para corresponderem a essa realidade cambiante e incorporarem os progressos do conhecimento e das técnicas em cada campo. Visamos a formar o espírito científico dos alunos, – não só fornecer-lhes informações, mas incitá-los a pensar por si mesmos, criticar as opiniões recebidas e a buscar o conhecimento. Isso é, em especial, necessário nos cursos de bacharelado que formam pesquisadores; porém vale também para os demais cursos profissionais, pois a verdadeira competência tem por base o rigor científico e o domínio das técnicas mais comprovadas. Ao mesmo tempo, a Universidade incentiva a criatividade de seus alunos, a abertura do espírito em relação a outros saberes pela interdisciplinaridade, e a abertura aos problemas da região e da cidadania, através de uma prática ética e consciência social.

Como verdadeira Universidade, não pode a Unicap limitar-se a transmitir conhecimentos; deve também produzi-los: sem a criatividade e inovação da pesquisa, a rotina levaria à decadência toda a vitalidade acadêmica de uma Universidade. Por mais limitados que sejam os recursos, não se pode descurar a pesquisa pura, o estudo das questões postas pelo próprio desenvolvimento das ciências e pelo interesse dos cientistas que pertencem à Universidade. Mas estamos voltados, sobretudo, para os problemas do Nordeste e as demandas postas pela sociedade, buscando suas causas e descobrindo as soluções, não só no plano técnico, mas também no plano político. Para além do Nordeste, a prolongada crise político-econômica do país, o imperativo do desenvolvimento e da modernização, como também seus equívocos, a retomada da consciência ética, que parece despontar numa fase muito recente da vida nacional, são merecedores de nossa atenção.

Um centro de saber como a Universidade irradia conhecimentos para a sociedade através das publicações e influência de seus mestres na vida cultural do país ou da região. Mas onde o déficit da instrução do povo é tão grave como no Nordeste, a Universidade não pode contentar-se com essa irradiação normal, mas deve assumir como tarefa e missão suprir as carências da sociedade e empenhar-se numa ação cultural intensa.

Essa extensão, no nosso caso, não se limita à difusão de conhecimentos, sendo que reveste o aspecto de uma ação social multiforme, em que os diversos departamentos da Universidade são incentivados, cada um na sua especialidade e em colaboração interdisciplinar com os demais, buscando soluções para os problemas da região e, em especial, dos grupos mais necessitados.

A concretização dessa proposta requer de todos os que fazem a Universidade Católica de Pernambuco o compromisso integral com os princípios expressos nesta Carta, tomados como parâmetros de avaliação da qualidade de todas as suas atividades educacionais e administrativas.



Escrito por Joaquim Oliveira às 09h46
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NÚCLEO NORDESTE DA ABMS FOCA EM DISSEMINAR CONHECIMENTO, APOIAR OS ASSOCIADOS E REALIZAR EVENTOS

 

Publicado por https://www.abms.com.br/nucleo-nordeste-foca-em-disseminar-conhecimento-apoiar-os-associados-e-realizar-eventos/

O Núcleo Nordeste da ABMS inicia o biênio 2017-2018 com grandes planos. “O objetivo principal é buscar uma aproximação mais intensa com os associados individuais e coletivos”, declara Ricardo Severo, engenheiro civil que preside o Núcleo (foto). “Devemos apoiar, nesse momento de crise, os associados e contribuir para que a qualidade da geotecnia praticada no país siga sempre de alto nível”.  A Diretoria iniciou os preparativos do 5º Simpósio de Geotecnia do Nordeste (GeoNE 2017), que será realizado em Maceió (AL) nos dias 16 e 17 de novembro.

O evento terá seis sessões técnicas sobre temas variados: fundações, estabilidade de encostas, geotecnia ambiental, pavimentação, obras de terra, infraestrutura e outros. “A novidade ficará por conta do tema Gestão de risco em casos de desastres naturais –  focado nos deslizamentos e inundações, que também será abordado no evento”, adianta Severo. “A abordagem desse tema é uma inovação importante que traremos para o GeoNE2017”. A tradicional Conferência Jaime Gusmão Filho também fará parte dessa edição.

Além do principal evento do Núcleo, serão realizados outros minicursos e palestras nas cidades-polo da região. “O Nordeste é uma região extensa do ponto de vista geográfico, o que torna mais complexa a ideia de realizar eventos por toda a região”, explica o presidente. “No entanto, fizemos esse trabalho ao longo de várias gestões e conseguimos disseminar conhecimentos pelos vários estados”. O plano, segundo ele, é continuar nesse caminho.

Outra ambição do Núcleo é trazer grandes eventos nacionais e internacionais para o Nordeste. “Queremos nos organizar para trazer, em um futuro próximo, a Conferência Brasileira de Encostas (Cobrae) para o Nordeste, além de eventos internacionais. Com um bom planejamento, já demonstramos que somos capazes de fazer ótimas edições desses eventos”.

Livro “Geotecnia no Nordeste”

Uma nova edição do livro Geotecnia no Nordeste também faz parte dos planos do Núcleo. “O livro atualmente encontra-se esgotado devido à alta procura”, declara Severo. “Quanto a isso, temos dois objetivos: O primeiro é lançar a terceira edição da obra já editada para suprir a atual demanda. Já em um segundo momento, pretendemos lançar o volume 2 do livro, que será uma obra com novos capítulos, novos autores e também autores participantes do primeiro volume, abordando áreas da geotecnia que ganharam importância no decorrer dos últimos tempos”, comenta.

Experiência

Atingir esses objetivos exige conhecimento e experiência – o que não será um problema para o Núcleo Nordeste. Ricardo Severo fez parte da Diretoria do Núcleo por seis anos, tendo atuado como tesoureiro e secretário-geral. “Como membro do Núcleo durante esse período, tive a oportunidade de acompanhar e participar da organização das edições do ISC’4, evento internacional realizado pela primeira vez no hemisfério sul, 1º, 2º e 3º GeoNE e do XVI Cobramseg realizado em Porto de Galinhas – PE, além de participar de todasas atividades do núcleo nesse período. A experiência nessas funções, acredito, irá me ajudar muito como presidente. Sinto-me pronto para enfrentar os desafios e apoiar os colegas da diretoria na tarefa de gerir o NRNE.



Escrito por Joaquim Oliveira às 16h42
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COBRAE 2017

 

Publicado por http://www.abms.com.br/cobrae-2017/

VII Conferência Brasileira sobre Estabilidade de Encostas

– A edição do próximo Cobrae acontece nos dias 2 e 4 de novembro de 2017. A VII Conferência Brasileira sobre Estabilidade de Encostas será realizada no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis (SC).

Mais informações sobre o evento no site http://cobrae2017.com.br/

 



Escrito por Joaquim Oliveira às 09h11
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DIA 3 DE ABRIL DE 2017: 4º CBT

 

4º Congresso Brasileiro de Túneis e Estruturas Subterrâneas

O 4º CBT acontece entre os dias 3 e 6 de abril de 2017, juntamente com o Latin American Tunnelling Seminar e o 9th International Symposium on Geotechnical Aspects of Underground Construction in Soft Ground, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Saiba os detalhes em http://4cbt.tuneis.com.br/index.php



Escrito por Joaquim Oliveira às 11h44
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NOVA DIRETORIA DA ABMS DISCUTE PLANOS E AÇÕES PARA 2017-2018

 

publicado por http://www.abms.com.br/nova-diretoria-discute-planos-e-acoes-para-2017-2018/

A nova Diretoria da ABMS reuniu-se na sede na entidade, em São Paulo, no dia 15/12 para discutir planos e ações da gestão que terá início em 1º de janeiro de 2017. Foi a primeira reunião de trabalho da Diretoria e o objetivo foi dar o pontapé inicial ao planejamento das atividades e ações da ABMS nos dois próximos anos.

Na pauta estavam temas como o Plano Estratégico Plurianual, a revisão dos estatutos e regimentos, o acompanhamento da organização do Cobramseg 2018 – a ser realizado em Porto Seguro (BA), cursos presenciais e à distância, sistema administrativo e sistematização dos eventos, Biblioteca Virtual, comunicação, atuação internacional da ABMS, Comissões Técnicas, relacionamento com outras associações, organizações financeira e outros.

A reunião contou com a participação de todos os novos diretores –  Alessander Kormann, presidente, Alexandre Gusmão, vice-presidente, Maurício Sales, secretário geral, Paulo Maia, secretário executivo, e Celso Corrêa, tesoureiro.

No editorial de novembro da revista eletrônica e-ABMS, Alessander Kormann falou sobre os planos da nova Diretoria. Veja aqui.



Escrito por Joaquim Oliveira às 17h08
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Escrito por Joaquim Oliveira às 11h35
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II Seminário Pernambucano de Estruturas de Fundações

Para fazer download nas palestras dos Profs. Alexandre Gusmão e Joaquim Oliveira:

Alexandre Gusmão

https://www.dropbox.com/sh/8o4znzu6pja1it3/AADu8Wou7WvCP8Ebg1PGfotNa?dl=0

 

Joaquim Oliveira

 

https://www.dropbox.com/s/r39newsr8llfgr2/Palestra%20Joaquim%20-%20II%20Seminario%20Estruturas%20Fundacoes.pdf?dl=0



Escrito por Joaquim Oliveira às 12h33
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Seminário de Engenharia Civil discute estruturas e fundações

img_3002Os aspectos geotécnicos e estruturais foram tema do II Seminário Pernambucano de Estruturas e Fundações. O evento promoveu nove palestras ao longo desta quarta-feira (16) no auditório G2 da Universidade Católica de Pernambuco. A iniciativa foi fruto de uma parceria entre o curso de graduação, o mestrado em Engenharia Civil da Unicap, o Instituto Brasileiro do Concreto (Ibracon) e a Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS).

O primeiro palestrante foi o docente da Universidade Federal de Pernambuco, Prof. Dr. Silvio Romero. O ex-professor da Católica abordou as influências dos solos problemáticos nas estruturas das fundações. Romero começou falando sobre os aspectos  de compressibilidade, permeabilidade e volume. Ele também destacou algumas ações a serem adotadas pelos engenheiros nas fases de projeto ou execução.

img_3007“O mais importante é evitar o problema, removendo ou substituindo o solo problemático (estando atento aos possíveis danos ambientais), tratar as propriedades mecânicas do solo ou desenvolver o projeto de forma a conviver com os problemas”.

As fundações foram o ponto central da palestra do Prof. Dr. Alexandre Gusmão, da UPE e IFPE. Ele abordou os sistemas de estacas tipo hélice contínua e as de perfil metálico. De acordo com ele, a primeira consiste na perfuração do solo e do seu preenchimento com concreto, seguido da colocação da armadura de ferro ainda no cimento fresco.

“São estacas boas porque podem se adaptar a prédios de alto ou pequeno porte”, disse ele especificando algumas medidas que variam de 300 a 1000 mm de diâmetro e 30 metros de comprimento. Já a fundação de hélice metálica, segundo o palestrante, é aquela que usa trilhos de aço em sua estrutura. “São usadas em obras de maior porte a exemplo do Le Parc, em Boa Viagem”. Ao final, Gusmão mostrou um quadro comparativo entre os dois métodos.

O último palestrante da tarde foi o Prof. Dr. Joaquim Romão, da Unicap. Ele mostrou estudos de casos sobre a estimativa de probabilidade de ruína em fundações. Joaquim apresentou fórmulas e cálculos desenvolvidos em pesquisas para trabalhos de conclusão de curso, artigos e dissertações. Entre eles os estudos sobre os prédios do tipo caixão que apresentaram problemas na Região Metropolitana do Recife.



Escrito por Joaquim Oliveira às 10h38
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