Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 ABMS
 Aulas Iniciais Solos 1
 Aulas iniciais Solos 2
 Muros de arrimo
 Aulas iniciais Fundações
 Revista Fundações
 Currículo Lattes Joaquim
 Método Aoki-Velloso-Tabelas
 Dissertação de Mestrado de Joaquim
 Tese de Doutorado de Joaquim
 Aula Estabilidade de taludes Solos 2
 Aterros sobre solos moles
 Plano de Ensino de Mec. Solos 1
 Plano de Ensino de Mec. Solos 2
 Plano de Ensino de Fundações
 Geotecnia na Arquitetura
 Caso obra solo-fundação-estrutura
 Aula Capacidade de carga Estacas
 Painel ENADE Semana Docente 2014
 Página no Twitter
 Coluna Bíblia e Engenharia
 Laboratório de Topografia UNICAP
 Melhoramento de solo-Fundações
 Palestra Colégio São Luís
 Provas de carga
 Rede de Fluxo Barragens
 Barragens Estabilidade de taludes
 Barragens Monitoramento
 Livro Solos Não Saturados ABMS
 Patologia das fundações
 Trabalho de Fundações 1GQ - 2018-1
 Instagram Joaquim


 
Blog de Joaquim Teodoro Romão de Oliveira




Escrito por Joaquim Oliveira às 14h04
[] [envie esta mensagem] [ ]



Coluna a Bíblia e a Engenharia 1)Fundação sobre a Rocha

                Esta coluna tem como objetivo principal fazer comentários sobre trechos da Bíblia que de alguma forma tem ligação com a engenharia como ciência aplicada e tecnológica. O autor não tem a intenção de aprofundar os conceitos teológicos, mas apenas identificar passagens bíblicas que tenham conteúdo associado à engenharia.   Neste primeiro artigo serão abordados os versículos presentes no Evangelho de Mateus 7:24-27, a saber:

"Todo aquele, pois, que ouve estas palavras e as pratica, será comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína."

                Na engenharia civil a base de sustentação de uma casa ou edifício é denominada de Fundação. Esta fundação deve ser apoiada em um terreno que apresenta resistência e estabilidade apropriada para receber as cargas provenientes da obra. As fundações podem ser classificadas de uma maneira geral em superficiais e profundas. São consideradas superficiais quando a profundidade abaixo do nível do terreno é menor ou igual a 3,0 metros e profundas quando superior a este número. Nesta parábola a rocha pode ser considerada como uma camada do terreno adequada para sustentação e apoio da base da casa. É um material natural de resistência elevada. A fundação e a obra como um todo resistem às ações da natureza como a força da água e do vento.  A areia, por outro lado, representa uma camada do terreno que não apresenta resistência suficiente para resistir de forma adequada e com segurança às forças naturais. A água arrasta seus grãos e a construção nela apoiada perde a estabilidade e desaba. Esta areia pode ser identificada como um solo colapsível, que apresenta deformação brusca ou colapso, em contato com água e sob determinada pressão. Este tipo de solo é comum em alguns pontos de Israel. A areia pode ainda ser associada aos solos de dunas ou do deserto, que são transportados pela ação do vento. A prudência e o bom senso são qualidades muito importantes para os profissionais de engenharia e de modo geral para todos os cristãos.



Escrito por Joaquim Oliveira às 09h39
[] [envie esta mensagem] [ ]



Coluna a Bíblia e a Engenharia

1)Fundação sobre a Rocha

                Esta coluna tem como objetivo principal fazer comentários sobre trechos da Bíblia que de alguma forma tem ligação com a engenharia como ciência aplicada e tecnológica. O autor não tem a intenção de aprofundar os conceitos teológicos, mas apenas identificar passagens bíblicas que tenham conteúdo associado à engenharia.   Neste primeiro artigo serão abordados os versículos presentes no Evangelho de Mateus 7:24-27, a saber:

"Todo aquele, pois, que ouve estas palavras e as pratica, será comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína."

                Na engenharia civil a base de sustentação de uma casa ou edifício é denominada de Fundação. Esta fundação deve ser apoiada em um terreno que apresenta resistência e estabilidade apropriada para receber as cargas provenientes da obra. As fundações podem ser classificadas de uma maneira geral em superficiais e profundas. São consideradas superficiais quando a profundidade abaixo do nível do terreno é menor ou igual a 3,0 metros e profundas quando superior a este número. Nesta parábola a rocha pode ser considerada como uma camada do terreno adequada para sustentação e apoio da base da casa. É um material natural de resistência elevada. A fundação e a obra como um todo resistem às ações da natureza como a força da água e do vento.  A areia, por outro lado, representa uma camada do terreno que não apresenta resistência suficiente para resistir de forma adequada e com segurança às forças naturais. A água arrasta seus grãos e a construção nela apoiada perde a estabilidade e desaba. Esta areia pode ser identificada como um solo colapsível, que apresenta deformação brusca ou colapso, em contato com água e sob determinada pressão. Este tipo de solo é comum em alguns pontos de Israel. A areia pode ainda ser associada aos solos de dunas ou do deserto, que são transportados pela ação do vento. A prudência e o bom senso são qualidades muito importantes para os profissionais de engenharia e de modo geral para todos os cristãos.



Escrito por Joaquim Oliveira às 09h38
[] [envie esta mensagem] [ ]



 

  Publicado pelo IBRACON (http://marketing.arteinterativa.com.br/ver_mensagem.php?id=TH%7C105%7C255565%7C151370424520487600)

 


Reflexões sobre o Incêndio do Edifício no centro de São Paulo
 

O recente e trágico colapso do edifício Wilton Paes de Almeida, no largo do Paissandu, no centro da cidade de São Paulo, reforça a importância da inspeção periódica das edificações e as consequentes atividades efetivas de manutenção corretiva e preventiva.

Em recente reportagem no jornal “O Estado de São Paulo” (30.04.2018), consta que a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) do Ministério do Planejamento tem cerca de 276 mil imóveis mal gerenciados. Desse total, só o INSS tem 3.800 edifícios, a RFFSA, 4.000 edifícios, a Eletrobrás, 800, e assim por diante, totalizando milhares de edifícios públicos mal utilizados, abandonados e até vários ocupados por grupos sem teto, como o caso em questão de São Paulo.

Alguns desses edifícios são históricos e considerados referências arquitetônicas, como o edifício Paes de Almeida, reconhecido e tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp).

Segundo a Revista ACRÓPOLE 323 (nov. 1965, ano 27, pag. 34 a 37), esse edifício tinha 24 andares, 12 mil m² de área construída e foi projetado pelo Arq. Roger Zmekhol, professor da FAU/USP, tendo sido construído na década de 1960 para abrigar a sede da empresa Cia. Comercial Vidros do Brasil (CVB), e considerado um marco da arquitetura modernista de São Paulo.

Após os traumáticos incêndios do Joelma e Andraus, na década de 70, houve uma profunda mudança na forma de tratar a questão do fogo nos edifícios. E, infelizmente, ainda há muitas edificações antigas que não foram adaptadas para a realidade pós Joelma e Andraus, como era o caso desse edifício.

Trata-se de uma herança negativa e preocupante, espalhada pela cidade.

Muitas vezes o que dificulta, inibe e até inviabiliza as necessárias intervenções é a lei de tombamento, que não permite certas modificações.

Qualquer edificação deve ser vistoriada periodicamente, como ocorre com outros bens de valor, como um automóvel ou um equipamento industrial, e deve ser alvo - automática e rotineiramente - de intervenções e modificações corretivas e de manutenção.

Este acidente com vítimas fatais demonstra o descaso do Estado, proprietário do edifício, com seus imóveis e seus cidadãos, colocando em risco usuários e patrimônio, além de toda uma vizinhança, ameaçada com a falta de manutenção.

O pastor Frederico Ludwig, 61, há 20 anos à frente da tradicional e histórica igreja Luterana fundada por imigrantes alemães, diz que ela ficou 80% destruída. "Sobrou praticamente só o altar e a torre", afirma ele à BBC Brasil em 01.04.2018.

Segundo o pastor, “o prédio estava inclinado há 20 anos, quase um metro pra frente... Não questionamos a invasão, mas as condições em que as pessoas viviam. Tinha esgoto a céu aberto e no verão era enxame de mosquito“.

As estruturas de concreto armado, adequadamente projetadas tanto para temperatura ambiente como para uma situação de incêndio, bem construídas, mantidas saudáveis sob uma gestão responsável durante seu uso, são muito seguras e capazes de resistir e suportar adequadamente adversas e agressivas situações, como a gerada por um incêndio de grandes proporções, como o ocorrido.

O Brasil tem normalização da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), suficiente e atualizada para projetar, construir e manter edifícios seguros, assim como tem, em São Paulo, a melhor corporação de combate e prevenção contra incêndio do país, com um adequado e abrangente Regulamento publicado no Decreto 56.819 de 2011.

Este trágico acidente deixa clara a importância do correto uso das normas de bem projetar, bem construir e bem fazer a gestão do uso e manutenção.

Fica evidente a necessidade de adequação do uso das edificações para os fins aos quais foi projetada. Um edifício comercial não vai atender bem a um uso residencial, sem as necessárias adequações, sejam estruturais, de circulação e acesso, entre tantas.

Outra lição importante do ocorrido é perceber as contradições entre Pareceres técnicos de “especialistas” da Administração Municipal e outros órgãos. Um não aceita o edifício da União porque este tem problemas graves. Outro declara que está em perfeitas condições de segurança. E se não bastasse, a Promotoria manda arquivar um processo que exige um diagnóstico confiável.

Cabe a pergunta: onde estão as competências e o preparo daqueles que fazem vistorias e diagnósticos de estruturas de concreto?

Os relatórios de vistoria devem incluir um diagnóstico completo e acompanhado de fotos técnicas, ensaios, medições, verificações, memória de cálculo, além de explicações das razões técnicas que embasam o Parecer. Em outras palavras, o trabalho de diagnóstico tem que ser realizado por uma equipe multidisciplinar, com especialistas em tecnologia de materiais, estruturas, desempenho, incêndio, elétrica, hidráulica, ar condicionado, pós-uso, capaz de ver o problema holisticamente.

Outro grave problema de Gestão Pública que acaba, infelizmente, se destacando é a ausência total de um programa de manutenção durante a vida útil da estrutura, o que também ocorre em muitas propriedades privadas.

Na maioria dos casos as manutenções acontecem somente após o esgotamento da capacidade de desempenho dos sistemas construtivos, tornando o habitar no edifício e na vizinhança demasiadamente perigoso.

Para o Estado, o melhor seria implementar de imediato um programa de vistoria e diagnóstico desses edifícios públicos, seguido de eventual recuperação e retrofit, dando novos usos e mitigando a ocorrência de acidentes futuros.

Uma ocupação irregular, mal administrada e mal orientada é tão nefasta quanto uma ocupação regular. Essa constatação significa que muitos condomínios e edifícios públicos acabam sofrendo, seja por desconhecimento, seja por omissão, alterações de carregamento e de segurança, que aceleram a degradação do edifício, potencializando os riscos de acidentes.

Há um conjunto de procedimentos adequados para vistorias de edificações, assim como cursos de atualização e capacitação, além de eventos que oferecem conhecimento e as ferramentas para um correto diagnóstico, promovidos regularmente pelo Instituto Brasileiro do Concreto (IBRACON) e outras entidades do setor, entre elas a Alconpat, a Abece e o Ibape.

O desejo é que não sejam necessários mais acidentes para se implementar de fato a obrigatoriedade de uma vistoria que identifique os problemas, e que seja seguida de ações corretivas e manutenções preventivas.

Essa é a boa engenharia a serviço da cidade e sua comunidade.

São Paulo, 02 de maio de 2018
Instituto Brasileiro do Concreto, IBRACON.



Escrito por Joaquim Oliveira às 09h33
[] [envie esta mensagem] [ ]



Sucesso marca apresentação sobre a revisão da Norma de Projeto e Execução de Fundações

Publicado por https://www.abms.com.br/sucesso-marca-apresentacao-sobre-a-revisao-da-norma-de-projeto-e-execucao-de-fundacoes/

O trabalho de revisão da norma ABNT NBR 6122/2010 – Projeto e Execução de Fundações está praticamente finalizado. Para apresentar as mudanças trazidas pela nova versão, o Núcleo São Paulo da ABMS convidou o engenheiro Frederico Falconi, sócio-diretor da empresa ZF e Engenheiros Associados, que coordenou o trabalho de revisão. A apresentação de Falconi, realizada no dia 12 de abril, reuniu 83 participantes.

“A apresentação do Fred foi abrangente e muito esclarecedora”, conta o engenheiro Celso Nogueira Corrêa, tesoureiro da ABMS. “Ele comentou as alterações da norma do início ao fim, destacando os pontos mais importantes e atraindo a atenção do público, que fez muitas perguntas e travou boas discussões”.

Para o engenheiro, a nova versão da NBR 6122 deve contribuir muito para a comunidade técnica. “Muitos pontos que despertavam dúvidas na versão com que trabalhamos hoje foram alterados e esclarecidos com a revisão. A versão que vimos hoje está muito mais precisa”.

 

Alterações

Com seu jeito informal, Falconi abriu a apresentação contando sobre o trabalho de revisão em si. As reuniões começaram em 2016. Desde então, 31 encontros foram realizados até março deste ano, quando o trabalho foi finalizado. Participaram das reuniões representantes de empresas, consumidores e membros da sociedade civil. (Foto ao lado: Apresentação de Frederico Falconi sobre revisão da NBR 6122/2010)

“Norma Técnica tem força de lei no Brasil”, comentou Falconi. “Quem fizer de outro jeito pode ser penalizado judicialmente. Por isso tomamos muito cuidado com alguns detalhes, como por exemplo o termo ‘recomenda-se’. Alteramos tudo o que era ‘recomendável’ para que o sentido de obrigação não ficasse ambíguo”.

Depois de abordar mais alguns detalhes de como o trabalho foi realizado, o coordenador seguiu para apresentação das mudanças mais impactantes como a definição do concreto, os critérios de limpeza de ponta de estaca, o aumento do número de provas de carga, o critério de cálculo de efeito do vento, o desenvolvimento de novas estacas durante a vigência da norma, dentre outras questões.

Terminada a apresentação, o público pôde fazer comentários e perguntas, que foram prontamente respondidas pelo coordenador do trabalho.

“Acredito que a comunidade técnica deve ficar mais tranquila com essa nova versão pois a revisão não foi genérica, mas sim pontual e muito bem pensada”, declara Falconi. “Além disso, tivemos a participação de vários membros importantes do meio durante a revisão da Norma, o que enriqueceu as discussões e contribuiu para este resultado”.

Em artigo publicado no site da ABEG – Associação Brasileira de Empresas de Projeto e Consultoria em Engenharia Geotécnica, Falconi expôs mais detalhes sobre os principais pontos revistos na NBR 6122. Confira aqui.

 

Próximos passos

A redação da norma técnica segue, agora, para revisão textual e adaptação de acordo com as exigências da ABNT. Finalizadas as adequações do texto, o órgão tem o prazo de 60 dias para aprovar a versão. Depois de aprovada, a norma ficará sob consulta pública por mais 60 dias antes de começar a valer.



Escrito por Joaquim Oliveira às 08h51
[] [envie esta mensagem] [ ]



RockBowl Brasil terá a 3ª edição no Cobramseg. Monte sua equipe e participe!

Publicado por https://www.abms.com.br/rockbowl-brasil-tera-3a-edicao-no-cobramseg-monte-sua-equipe-e-participe/

A 3ª edição do RockBowl Brasil vai acontecer durante o 8º Seminário Brasileiro de Mecânica das Rochas, que faz parte da programação do Cobramseg 2018, em Salvador. O jogo de perguntas e respostas sobre Mecânica das Rochas já se tornou tradicional no Brasil e agora será também programação fixa do Congresso Internacional de Mecânica das Rochas – organizado a cada quatro anos pela Sociedade Internacional de Mecânica das Rochas e Engenharia de Rochas. A primeira edição internacional da competição aconteceu no Canadá, em 2015.

A equipe vencedora da edição deste ano será a representante brasileira do jogo no Congresso Internacional de 2019, que acontecerá pela primeira vez no Brasil, em Foz do Iguaçu.

O RockBowl é organizado pelo CBMR – Comitê Brasileiro de Mecânica das Rochas da ABMS e patrocinado pela Geobrugg, associada corporativa da entidade.

Inscreva-se

As inscrições para a edição 2018 do RockBowl já estão abertas. Para se inscrever, o jogador precisa ser estudante em universidade brasileira, matriculado na época do jogo, em qualquer área relacionada à mecânica das rochas. Além disso, precisa ser associado à ABMS e ao CBMR. A idade limite para os participantes é de 35 anos.

No total, o jogo conta com oito equipes que representam universidades brasileiras diferentes. Cada equipe é formada por três estudantes – sendo no máximo um doutorando – e um professor tutor.

“Caso haja mais de uma inscrição da mesma universidade, a preferência será dada à equipe que tiver feito a inscrição primeiro”, explica Vivian Marchesi, vice-presidente do CBMR. “Por isso, não perca tempo! E vale levar torcida também!”

Os alunos das equipes inscritas contarão com hospedagem, alimentação e inscrição no Cobramseg financiadas pela Geobrugg, patrocinadora do RockBowl.

Patrocínio

A Geobrugg tem incentivado e apoiado o RockBowl desde que o jogo foi criado, em 2014. “Aceitamos ser parceiros no desenvolvimento desta ideia genial do CBMR porque achamos importante o incentivo ao estudo e à interação entre os universitários viabilizando a participação deles em Congressos Nacionais e Internacionais relacionados à Geotecnia, visando sempre contribuir para o desenvolvimento e qualificação da comunidade geotécnica”, afirma Maria Teresa Soares, gerente da Geobrugg no Brasil, que pretende continuar sendo patrocinadora do jogo. “O RockBowl tem a alma da Geobrugg. Temos muito carinho por este jogo! Certamente estaremos em todas as edições”.

Premiação

O prêmio para a equipe vencedora será o patrocínio para representar o Brasil no RockBowl 2019, durante o Congresso Internacional de Mecânica das Rochas, em Foz do Iguaçu. E o melhor jogador levará um drone!

Não fique de fora do RockBowl 2018!

Para mais informações e inscrições, acesse http://www.cobramseg2018.com.br/rockbowl/.

 



Escrito por Joaquim Oliveira às 11h36
[] [envie esta mensagem] [ ]



NÚCLEO NORDESTE PLANEJA REALIZAR PALESTRA ITINERANTE REGIONAL NESTE ANO

Publicado por https://www.abms.com.br/nucleo-nordeste-planeja-realizar-palestra-itinerante-regional-neste-ano/

Um dos objetivos do Núcleo Nordeste é disseminar o conhecimento geotécnico e divulgar a ABMS pela região. Em busca desse objetivo, a Diretoria decidiu criar uma Palestra Itinerante regional, que vai acontecer no segundo semestre de 2018. O tema já foi definido: Aspectos Geológicos e Geotécnicos da Formação Barreiras e suas aplicações. “O Núcleo Nordeste compreende uma região muito grande geograficamente (oito estados), o que dificulta a presença da ABMS em cidades mais distantes”, lembra o presidente do Núcleo, engenheiro Ricardo Severo (foto).


“Por isso, nos inspiramos na Palestra Milton Vargas da ABMS, que é uma palestra nacional, para criarmos uma palestra regional que viaje pelos estados que compreendem o Núcleo Nordeste afim de levar conhecimento técnico à comunidade e apresentar a ABMS”, diz o presidente.

O tema da palestra itinerante foi escolhido por ser próximo ao dia a dia dos profissionais da região. “Os solos da Formação Barreiras estão presentes em todos os estados da região Nordeste. Grande parte de nossa infraestrutura é construída sobre esse solo. Por isso, pensamos em fazer uma palestra que discuta aspectos geológicos e geotécnicos da Formação Barreiras para efeito de obras de fundações, barragens, estradas, entre outros”, adianta o presidente do Núcleo.

“A previsão é que a palestra seja bianual, acontecendo sempre nos anos pares”, garante Severo. “Nos anos ímpares, a comunidade técnica nordestina pode continuar contando com o GeoNordeste, que já é um evento consolidado e de muita tradição por aqui”.

A próxima edição do GeoNordeste acontecerá em 2019, retornando a Recife (PE) onde foi realizada a primeira edição do GeoNE. “Já estamos planejando a 6ª edição do GeoNE desde agora para que possamos atrair e comportar um público de 600 pessoas, que é a expectativa para a próxima edição”, diz o engenheiro.

 

Eventos locais

Além da palestra itinerante e do GeoNE, o Núcleo Nordeste reafirma sua participação em eventos locais. Um exemplo é o “Seminário Geotécnico da UFRN” a ser realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que também contará com o apoio do Núcleo.

“Já apoiamos eventos em cidades-polo do interior e nas capitais e continuamos sempre à disposição para apoiar os eventos técnicos da região”, afirma Severo.

 

Outras ideias

O Núcleo também pretende criar um evento regional de educação em geotecnia. A ideia é reunir os acadêmicos e estudantes da ABMS para discutir como está o ensino da geotecnia. “Não é um evento para este ano, mas está no planejamento estratégico do Núcleo a organização de um encontro sobre o tema, cuja discussão é tão importante”, diz Severo.

Outro plano do Núcleo é a organização de um evento sobre argilas moles. “Temos na região engenheiros que têm se debruçado há décadas sobre pesquisa do tema, como os professores Roberto Coutinho, Alexandre Gusmão, Silvio Romero, Joaquim Oliveira, para citar alguns exemplos. E o assunto é importante para a comunidade técnica nordestina”, comenta o presidente. “Por isso pensamos em criar um evento regional que aborde o tema, a exemplo do Simpósio Brasileiro de Solos Não Saturados (ÑSat) e da Conferência Brasileira de Estabilidade de Encostas (Cobrae). Isso também está no nosso planejamento estratégico”.

Tantos eventos em planejamento são resultado da aproximação do Núcleo com seus atuais associados e da participação dos conselheiros do NRNE na definição de ações a serem implementadas.

“Temos obtido um resultado muito positivo na aproximação com a comunidade técnica regional e são os eventos que potencializam isso, estimulando tanto o Núcleo a aprimorar suas atividades quanto os associados a procurarem a Diretoria para propor iniciativas”, declara. “É uma via de mão dupla que beneficia a todos”.



Escrito por Joaquim Oliveira às 15h25
[] [envie esta mensagem] [ ]



Aos Professores e alunos do Curso de Engenharia Civil da UNICAP

Convidando para palestra do Programa do Curso "Seminários de Engenharia Civil", que corresponde a uma ação conjunta da graduação e pós-graduação em Engenharia Civil.
Esta primeira palestra do ano, tem a conotação de “Aula inaugural”, e faz parte da programação de acolhimento aos alunos ingressantes e sua integração ao curso.

Palestrante: Professor João Manoel Freitas Mota
Título: Tecnologia das Argamassas – Fatores que Interferem na Aderência
Data: 14/03/2018 (quarta feira) ;   Horário: 18 horas

Local: Universidade Católica de Pernambuco - Auditório G2

Dados do Palestrante
- Professor do IFPE - Instituto Federal de Pernambuco
- Chefe do DAIC/IFPE – Departamento Acadêmico de Infraestrutura e Construção Civil
- Doutorado em Engenharia Civil – Tese sobre Recuperação de Alvenaria Estrutural
- Experiência Profissional na área de construção civil
             

Atenciosamente

Prof. Caetano Monteiro
Coordenação do Curso de Engenharia Civil
UNICAP



Escrito por Joaquim Oliveira às 16h03
[] [envie esta mensagem] [ ]





Escrito por Joaquim Oliveira às 15h17
[] [envie esta mensagem] [ ]





Escrito por Joaquim Oliveira às 10h16
[] [envie esta mensagem] [ ]



“É preciso virar essa página triste da engenharia”, afirma Alexandre Gusmão, referindo-se aos anos recentes


O colapso de um trecho do Eixo Rodoviário de Brasília, no início de fevereiro, deixou evidenciado o estado precário de conservação das obras de engenharia no Brasil. O acidente aconteceu por falta de manutenção – um problema comum nas obras brasileiras. “É fundamental que haja a manutenção adequada para assegurar que os requisitos técnicos da obra sejam preservados ao longo de toda a sua vida útil”, explica o engenheiro Alexandre Gusmão, vice-presidente da ABMS. “É preciso resgatar a verdadeira engenharia, incluindo os programas de manutenção das obras. Nós, geotécnicos, defendemos uma ampla discussão da engenharia (ou da falta dela) que se pratica em nosso país. É preciso virar essa página triste da engenharia”. Leia a íntegra do editorial assinado por ele.

 

O recente desabamento de um viaduto em Brasília não é um caso isolado. Há inúmeros relatos, em todo o país, de obras de engenharia que apresentam problemas depois de construídas, obras públicas e privadas sem qualquer tipo de manutenção, que expõem a sociedade a inaceitáveis riscos de perdas humanas e materiais.

É preciso lembrar que toda obra de engenharia deve ter sempre três fases: (i) concepção; (ii) construção e; (iii) uso e manutenção. Todas essas fases são igualmente importantes e devem envolver profissionais e empresas capacitadas.

Há, no entanto, uma peculiaridade importante. Enquanto as duas primeiras fases duram um tempo relativamente curto, o uso e operação da obra podem atravessar dezenas de anos e várias gerações.

É fundamental, por isso, que haja a manutenção adequada de modo a assegurar que os requisitos técnicos da obra sejam preservados ao longo de toda a sua vida útil. Os técnicos e gestores passam. As obras ficam.

Com as obras geotécnicas acontece o mesmo. Elas também precisam de um plano de manutenção e intervenções periódicas. Muitas obras de contenção, por exemplo, falham por falta de manutenção dos sistemas de drenagem.

Quantas barragens já construídas no Brasil estão em situações de risco de colapso? Quantas pontes podem colapsar por deterioração das suas fundações? Quantas rodovias estão imprestáveis ao uso por falta de manutenção dos pavimentos?

A ABMS se solidariza com outras entidades técnicas que têm se pronunciado sobre o tema. Nós, geotécnicos, defendemos uma ampla discussão da engenharia (ou da falta dela) que se pratica no Brasil. É preciso resgatar a verdadeira engenharia, incluindo os programas de manutenção das obras. A geotecnia brasileira está plenamente preparada para essa discussão.

Os nossos próximos eventos o Cobramseg, o Congresso Luso-Brasileiro de Geotecnia, o Simpósio Panamericano de Deslizamientos e o Simpósio Brasileiro de Mecânica das Rochas, que serão realizados em Salvador entre 28 de agosto e 1 de setembro, serão ótimas oportunidades para essa discussão. Teremos a presença de renomados engenheiros e pesquisadores especialistas nesse importante tema.

É preciso virar essa página triste da engenharia.

Contamos com o empenho de toda a comunidade geotécnica para abrir este debate e evitar novas perdas.

Até breve.

Alexandre Gusmão
Vice-presidente da ABMS

 



Escrito por Joaquim Oliveira às 10h17
[] [envie esta mensagem] [ ]





Escrito por Joaquim Oliveira às 11h26
[] [envie esta mensagem] [ ]



Prepare-se para participar do maior evento de geotecnia do Brasil

Publicado por https://www.abms.com.br/prepare-se-para-participar-do-maior-evento-de-geotecnia-do-brasil/

O Cobramseg – Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica – é o maior evento de geotecnia do país e acontece a cada dois anos, organizado pelos diferentes Núcleos da ABMS. Neste ano, o Cobramseg será realizado em Salvador (BA), de 28 de agosto a 1º de setembro. O Núcleo Bahia da ABMS já está a todo vapor, cuidando dos detalhes para que este seja mais um evento de sucesso. Como já é tradição, o Cobramseg abriga também outros eventos: o VIII Simpósio Brasileiro de Mecânica das Rochas, o IX Congresso Luso Brasileiro de Geotecnia, o VIII Simpósio Brasileiro de Engenheiros Geotécnicos Jovens (Geojovem) e, nesta edição, o V Simposio Panamericano de Deslizamientos. No editorial deste mês, Alessander Kormann, presidente da ABMS, fala sobre o Cobramseg e sua importância para a comunidade geotécnica brasileira.

“Maior evento de geotecnia realizado no Brasil, o Cobramseg é uma oportunidade ímpar para a troca de experiências e o aprimoramento profissional. Para os estudantes, é a grande chance de estar frente a frente com geotécnicos renomados e que, muitas vezes, eles só conhecem pela literatura da área.

Para os profissionais, o Cobramseg é o momento de intensificar seu networking, encontrar colegas e saber o que está sendo praticado no mercado da engenharia geotécnica no país e no mundo. As empresas também encontram no Cobramseg uma oportunidade valiosa para mostrar seus produtos e serviços a um público altamente qualificado, que toma decisões.

O Cobramseg 2018 não será diferente. A expectativa é que cerca de 1.500 pessoas participem do evento, que terá como tema central Geotecnia e o Desenvolvimento Urbano. Serão debatidos temas como segurança de barragens, educação em geotecnia, ensaios de laboratório e campo, modelagem física, solos não saturados, expansivos, colapsíveis e moles, obras de terra e enrocamento, fundações, geotecnia ambiental, estabilidade de encostas, escorregamentos, desastres naturais e estruturas de contenções, análise e gerenciamento de risco, desempenho e segurança de obras geotécnicas e de infraestrutura: pavimentação, portos, aeroportos, túneis e escavações.

Logo após a abertura geral do evento, André Assis, ex-presidente da ABMS, vai proferir a Conferência Pacheco Silva. O tema da Conferência envolverá tendências e desafios em gestão de riscos. Durante o Congresso Luso Brasileiro, Norbert R. Morgenstern, professor da Universidade de Alberta, no Canadá, será o responsável pela Victor de Mello Lecture. Ele vai abordar Geotechnical Risk, Regulation and Public Policy.

Os portugueses Laura Caldeira, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil – LNEC, em Lisboa, e Ilídio Ferreira, da EDP Produção – empresa que faz a gestão da produção de energia na cidade de Porto, também já estão confirmados. Eles participarão das plenárias do Luso Brasileiro, que terá, ao todo, duas plenárias e quatro palestrantes – dois brasileiros e dois portugueses.

No Simposio Panamericano de Deslizamientos, a presença de representantes das sociedades latino-americanas fortalecerá muito as apresentações e discussões. Além de palestras internacionais, um dos destaques será uma mesa redonda que discutirá a atuação das associações geotécnicas junto às defesas civis dos municípios.

No Seminário Brasileiro de Mecânica das Rochas, haverá mais uma edição do Rockbowl, jogo de perguntas e respostas sobre mecânica das rochas para estudantes de universidades brasileiras.

Outros palestrantes estão sendo confirmados e serão divulgados em breve. Os interessados em enviar resumos têm até o dia 26 de fevereiro para submeter seus trabalhos.

Já deu para perceber que o Cobramseg 2018 prepara muita coisa interessante para todos nós. A parte social do evento estará à altura da famosa hospitalidade da Bahia. Não perca essa oportunidade. Programe-se e participe!

Esperamos você em Salvador!

Alessander Kormann
Presidente da ABMS

 



Escrito por Joaquim Oliveira às 11h21
[] [envie esta mensagem] [ ]





Escrito por Joaquim Oliveira às 15h26
[] [envie esta mensagem] [ ]





Escrito por Joaquim Oliveira às 18h17
[] [envie esta mensagem] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]